Archive for the 'Prt.Sc' Category Page 4 of 6
Eu sou incrivelmente nhurro quanto toca a aprender expressões regulares. Mais ainda a memorizar as syntaxes. O que me vale é a incrível quantidade de recursos que se encontram.
Este artigo explica bem 5 casos, típicos, frequentes.
- Validar um username: duh!
- encontrar um tag xhtml: ah!
- encontrar um tag xhtml com certo atributo: ui!
- validar e partir um email: claro!
- validar e partir uma url: idem!
E funcionam.
Como diz no artigo, 5 expressões regulares que qualquer programador deve saber.
Ou saber encontrar quem saiba.
Stop motion gravado com o puto, na altura com 5 anos.
Caro Tempo. Quando te der mais jeito, passa por cá e dá-nos o prazer de desfrutar da tua companhia. Eu, o Desejo e a Vontade ainda por cá estamos.
Sabes que sem ti pouco podemos fazer. Lembras-te da última vez que por cá passaste e te deixaste ficar sem pressas… a brincar connosco no chão? Sempre que apareces e te demoras um bocado brincamos a valer. E a brincar fazemos coisas que perduram.
Vá, anda, que nós esperamos por ti.
Note:for English readers hitting this post: written in Portuguese, about a non-existing feature (variable class type cast) of php5, bith 5 and 6, and one good-argument on how it would improve the language.
UPDATE: check this post for a “solution” to class cast in PHP.
No meu post anterior referi-me a uma característica do PHP que eu vejo como uma limitação, no sentido que limita - acima de tudo - a performance do meu trabalho no dia-a-dia.
Click para continuar a ler “Uma vantagem do type-cast em PHP seria fazer mais EAFP e menos LBYL”
Note:for English readers hitting this post: written in Portuguese, about a non-existing feature (variable class type cast) of php5, bith 5 and 6, and one good-argument on how it would improve programming efficiency through ide improved functionality.
UPDATE: check this post for a “solution” to class cast in PHP.
Escrevo este post como verdadeiro fã do PHP. Mas não como aquele que se limita a louvar as suas potencialidades, antes como aquele que gostava que o PHP evoluísse e se tornasse ainda mais poderoso.
Click para continuar a ler “Limitações do PHP: verdadeiro type cast”
Não entendo como podem os portugueses andar a correr atrás de um autocarro “movido a vontade de vencer” quando o mesmo é patrocinado pela Galp, a tal empresa que tantos querem boicotar por ser “movida a vontade de ganhar”. Ganhar dinheiro, claro. Haverá aqui um virus mental a ser lançado sobre a consciência colectiva?

Não entendo como é que o desespero dos pescadores os leva ao ponto de destruir peixe. A situação é tão preocupante que nem sequer achei piada às imagens de um caixote de peixe a ser despejado pela cabeça de um agente da autoridade, quando o normal, para quem foi educado a ler o Asterix, seria desmanchar-me a rir. A verdade é que o peixe está mesmo a subir de preço e as vilas que se animam ao fim-de-semana com o turismo gastronómico arriscam-se a sofrer ainda mais com a situação.
Não entendo as anunciadas restrições aos festejos impostas pelas autoridades suíças. Se queriam organizar um europeu sem festa deviam tentar outro desporto. Temo que a histeria dos milhares de emigrantes sejam um factor a ponderar pela organização na hora de tentar influenciar resultados. A verdade é que, por esses critérios, talvez “os da casa” e os checos estejam em melhor posição para seguir para os quartos de final.
UPDATE: link deixado nos comentários que merece todo o destaque: a (curta) aventura de uma bandeira portuguesa numa janela suíça.
Nem sequer entendo porque me dou ao trabalho de blogar sobre actualidade. Principalmente quando já cheguei ao ponto em que não entendo nada do que se está a passar, não tenho certezas, nem sequer tenho opinião.
Ignorem-me por favor.
Caros amigos. Gostava de os alertar para um fenómeno muito perigoso.
Tal como a generalidade das inovações tecnológicas, a televisão pode ter algumas aplicações úteis, mas existe o reverso da medalha que é absolutamente tenebroso.
Há coisa de duas semanas deixei o meu comentário no Absinto em resposta à ideia que Mário Gamito tem acerca de covers (ou versões se preferirem). Na altura dei como exemplo um disco de que gosto bastante, mas devia ter-me lembrado da música que devo ter ouvido mais nos últimos 2 anos.
Trata-se de uma versão de um clássico do Bruce Springsteen dos anos 70, uma canção que eu ouvi milhares de vezes em cassete quando era muito puto.
nota: player imeen.com… demora um pouco a carregar e pode não ser visível no feed
Agora volto a ouvir as vezes que forem precisas porque me causa literalmente arrepios. E isso é muito raro acontecer.
Click para continuar a ler “Tortoise - Thunder Road (e onde se volta a falar de covers)”
Eu adoro ler os vossos posts sobre o último (aliás próximo) iGadget a sair no mercado. Mas nunca fui um early adopter, talvez por não ser suficientemente geek para me excitar com a novidade, talvez simplesmente por ter outras prioridades.
Mas desta vez tenho um gadget novo na cozinha que bate aos pontos qualquer iPhone.
Tem um design lindíssimo baseado numa caixa em aço escovado. O interface é bem ergonómico e funcional: teclado, botões e tons de aviso. O software é super completo, com 12 settings pré programados, temporizador e vários ajustes para total personalização.
Ah! E a conectividade é brutal! É possível configurar e activar por XML RPC ou SMS e receber alertas por RSS ou até mesmo directo no nosso Twitter timeline.
Estava a gozar quanto à conectividade. Talvez numa próxima versão.
Além do mais, esta cena faz pão! Pão = alimentação = necessidade primária. Pão fresco pela manhã = cozinha a cheirar a padaria. Pão feito em casa = pão variado à medida do freguês.
Beat this!
Para já fiquem com as receitas e juntem-se à comunidade.
Sugiro, argumento, recomendo, sublinho.
Sugiro: Fazer uma pausa no consumo desenfreado de informação “de ponta”, da última novidade, da próxima tendência, daquilo que ainda está para vir e olhar o outro extremo, onde o homem, a humanidade, a vida e o universo sempre existiram e continuam a existir independentemente das nossas novas e transitórias urgências.
Mas isso é óbvio, dirão. E natural. Tão natural como esquecermos tudo isso, tão óbvio como necessário é, indispensável mesmo, que o esqueçamos para que possamos ser produtivos no plano do real onde nos concretizamos.
Argumento: esquecer incondicionalmente o desconhecido, arrumar de uma vez por todas com essas questões que colocámos quando crianças e que nos habituámos, de uma ou outra forma, a viver sem saber a resposta, pode revelar-se um erro fatal.
Recomendo: um salto ao “outra margem” e ao seu spin-off, o outra física, dois blogs que recolocam permanentemente essas questões.
Sublinho: aquilo que ali se encontra só é acessível a quem dedica uma vida inteira ao estudo da física, à observação do universo, da vida e do homem e continua hoje a colocar estas questões por todos aqueles (nós) que se abstêm de o fazer procurando sempre a forma mais positiva e eficaz de nos chamar de volta à razão do desconhecido.
(offtopic absolutamente mundano: parabéns Cristiano!)






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