Archive for July, 2008

Tiago Pires no Rip Curl Pro Search

O Saca voltou a brilhar no ASP World Tour, passando a 1ª ronda em 1º lugar e assegurando um lugar na 3ª ronda, frente ao Kelly Slater.

Será que é desta vez que o Saca consegue passar ao Round 4? Tudo é possível. Mas certamente pouco provável porque o Kelly Slater é simplesmente o maior! E este ano volta a dominar o circuito tendo ganho 4 das 5 primeiras provas do ano. E de nada vale dizer que o Saca está em grande, com uma onda 9.67 no Round 1, a 6ª melhor onda da prova até agora. Lá está, o Kelly fez o único 10.

Melhores ondes ao fim de ronda e meia

Tudo pode acontecer… lembram-se do dia em que o Tiago fez um 10 (dez!) e perdeu? Mas será desta? O Tiago precisa de marcar pontos para ver se descola do fundo da tabela. Se ficar nos últimos 16 sai do WCT e terá que batalhar novamente no WQS para voltar a entrar.

A prova recomeça amanhã pelas 7:00 (hora local, meia-noite em Portugal). Faltam uns quantos Heats do Round 2 e o Kelly Slater-Tiago Pires é o 8º do Round 3…. noitada?

Nota: enquanto o país continua à espera que comece o campeonato nacional de futebol, ou a liga, ou a super liga, ou aliga betandwin, ou será sagres? whatever… enquanto isso, a Michelle Brito, a Naide Gomes, a Vanessa Fernandes, o João Garcia e muitos outros continuam a fazer história, a chegar onde nenhum outro português chegou.

tambores de lata no jardim (gulbenkian)

Foi ontem no anfiteatro ao ar livre da Gulbenkian. Já não ía a concerto sem guitarras há séculos. E acho que nunca tinha levado o puto mais velho a uma coisa assim.

Quando os tambores foram proibidos na ilha latino-americana de Trinidad pela administração britânica, no século XIX, a população negra reinventou o ritmo sob a forma de canas afinadas que se repercutiam contra o chão - os Tamboo Bamboo. Quando estes foram interditados, alegadamente devido a conflitos tribais, surgiram outros recursos a partir de detritos das latas e dos bidões de combustível usados nas bases militares da ilha durante a 2ª Guerra Mundial. Conta-se que a sua descoberta em 1939 se deveu a um pequeno percussionista de 12 anos, criador do primeiro bidão com notas - Steel Drum. Quando um amigo lhe devolveu uma lata, este notou que ela vinha amolgada. Com uma pedra, percutiu-a para a reparar. Só aí percebeu a extraordinária diversidade de sons que podia obter.

Dotados de um potencial sonoro extraordinário, muito rico e comunicativo, os tambores de lata unem uma vertente popular, mais explorada na música ao ar livre com grandes bandas, a uma vertente erudita, a partir das inúmeras obras que compositores contemporâneos têm dedicado a estes instrumentos.

O concerto foi muito bom… mesmo! (e tenho que abrir este parentsis para dizer: - ui, o efeito que tem em mim ver um concerto num cenário que está igual ao 1º dia em que lá fui.. num mundo de enterna mudança, também é bom existirem sítios assim na nossa vida.)

No palco. 7 músicos (dirigidos por um senhor chamado Miquel Bernat) a rodar entre mais de 30 kits de apenas percussões, mas capazes de tocar música contemporânea, abstracta, caribe, tribal, electrónica e até rock. Como é possível? Está na hora de ler os dois parágrafos anteriores. Ou ler mais na wikipedia, acerca do steelpan.

Eu já conhecia o instrumento. Mas nunca tinha “ouvisto” o steel drum, ou a lata em geral, ser usadas desta forma e fiquei banzado com a capacidade harmónica e melódica. Mas talvez nos sons mais pop não lhe ficasse mal um pouco mais de baixo.. estavam lá os barris de petróleo, com muita toniladade e bons graves, mas o tipo não “descolou” nem quando acompanhado pela bateria mais funk.

gulbenkian-grande-concerto-latas.jpg

Quem nunca ouvi, ou não sabe reconhecer este instrumento, pode navegar um pouco pelos resultados de “steel drums” do youtube. Encontrarão até o modo de fabrico e como afinar um steelpan.

Mas não encontrarão um concerto como o de ontem…

andrezero@log desde 24 de Julho

O tagline deste blog (na verdade o meu próprio tagline) mudou ontem, 24 de Julho e a palavra freelancer não mais figura no texto. O Web-developer, 1973, Alcochete passou agora, com grande entusiasmo, a fazer parte da equipa da log.

Acabo de trocar a louca vida de freelancer pela garantia de (pelo menos algumas) rotinas. Sendo assim, no dia em que pela segunda vez saio de casa à mesma hora para fazer novamente o mesmo percurso até ao mesmo destino, não esperava ser assaltado por uma súbita sensação de… Liberdade.

Ah! Terá sido por sair do metro para encontrar a agitação urbana do Cais do Sodré regada pela chuva? Terá sido isto? Ou aquilo?… Foram 3 minutos a caminhar junto à linha do comboio e a questionar as razões deste sentimento. Burro, que um momento assim não serve para ser questionado, antes disfrutado em plenitude.

Mas por outro lado, todas as questões pareciam ter uma resposta imediata, clara e lúcida. Sim liberdade: acima de tudo a liberdade de escolher, de poder pertencer a uma equipa, de partilhar uma missão, até mesmo de abraçar algumas rotinas e hábitos saudáveis.

Depois isto desvanece. O que é perfeitamente normal. Com os anos aprendemos a aceitar cada uma destas fases, adequando-nos em consciência a cada um dos patamares. Entusiasmo sem histeria, desencanto sem depressão e prontos para voltar ao ponto de partida sem lesões graves. Qualquer coisa como isso.

De repente sou acordado por uma magnífica visão. Não uma, não duas, mas sim 3 carruagens consecutivas totalmente cobertas de potente e descarado silver. Ora vejamos: 24 de Julho, ontem: aqui e agora. 24 de Julho!? Serendipity! Pára de pensar e disfruta, André.

24dejulho.jpg
Foto tirada hoje, 25 na Av. 24 de Julho.

Executar Eclipse PDT em Linux (especial 64 bits)

Ok, existem milhares de posts pela net a referirem-se a este problema. As dicas são várias, como sempre, mas raramente são explícitas.

Sintoma

O EclipsePDT pacote All-in-one não arranca.

screenshot-eclipse.jpg

JVM terminated. Exit code=13
/usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/bin/java
-Xms40m
-Xmx256m
-jar /opt/eclipsepdt/plugins/org.eclipse.equinox.launcher_1.0.1.R33x_v20080118.jar

Causa

Alguns dos plugins incluídos estoiram quando executados numa JVM 64bits.

No meu caso, num AMD Turion 64 a correr Ubuntu 8.0.4 (Hardy Heron), encontrei as seguintes virtual machines em /usr/lib/jvm

  • sun 1.5.0.15 (64 bits)
  • sun 1.6.0.06 (64 bits)
  • java-gcj - java version “1.5.0″ (libgcj - Ubuntu 4.2.3-2ubuntu6)
  • open-jdk - java version “1.6.0″ (64 bits)
  • cacao 0.97 - java version “1.4.2″

O seguinte comando revela imediatamente a full-path de cada um dos java, além de permitir identificar qual o “java” executado por defeito no sistema:

sudo update-alternatives --config java

screenshot-ubuntu-java.jpg

Pode-se consultar a versão de cada um, usando java -version. Mais abaixo veremos qual o JRE a instalar. Nesse caso teremos:

/usr/lib/jvm/java-jre-32-1.6.0_07/bin/java -version

screenshot-ubuntu-java-version.jpg

Confusão

Na maior parte das soluções encontradas na web, atribuem-se imensas causas (macros incorrectas, directorias, paths, permissões, dificuldade em correr 2 instâncias do eclipse)… tudo ao lado… meu deus, o nível sinal-ruído no mundo do linux é brutal.

Dei por mim a instalar manualmente o Eclipse 3.3 e depois a tentar resolver as dependências todas para conseguir instalar via Eclipse Update todo. Pode-se tornar complicado, a sério. É preciso ter o Eclipse SDK v3.3.2 e as versões certas dos SDKs EMF, GEF e WTP mais uma série de features e plugins requeridos por estes.

Esquecer, esquecer tudo isso! Independentemente de usar ou não a instância que o sistema instala automaticamente (no Ubuntu 8.0.4 é o 3.2, raios porque não está actualizado!?) é perfeitamente possícvel descompactar o all-in-one em qualquer lado e simplesmente executar!

Solução

JRE

Fazer download do JRE 1.5 ou JRE 1.6 tanto faz (desde que não seja 64bits).

Para descompactar o arquivo do jvm (.bin) é primeiro preciso torná-lo executável e depois extrair. Para o efeito, tomando como exemplo a versão actual do Java 6:

chmod a+x jre-6u7-linux-i586.bin
./jre-6u7-linux-i586.bin

Copiar a pasta criada para dentro de /usr/lib/jvm e dei-lhe o sugestivo nome de java-jre-32-1.6.0_07

Eclipse PDT

Fazer download do pacote All-in-one e descompactar, por exemplo, para /opt/eclipsepdt/.

Executar

Executar o Eclipse com o switch -vm

/opt/eclipsepdt/eclipse -vm /usr/lib/jvm/java-jre-32-1.6.0_07/bin/java

Agora basta criar um item num painel ou num menu com esse comando.

No arranque o Eclipse PDR vai sugerir que se crie um workspace em /home/yourusername/workspace/. Basta aceitar.

eclipse-hello-world.jpg

Permissões

Convém que o root seja o owner da instalação do Eclipse. Se cópia não foi feita com um sudo mv é provável que assim não seja e é necessário executar algo como:

sudo chown -R root:root /opt/eclipsepdt

Finalmente, existem N formas de testar e publicar projectos com o PDT. Para um utilizador que vem do windows, por exemplo, a forma mais straight-forward de todas significa simplesmente criar um projecto dentro da pasta pública do apache.

Neste caso, como utilizador out of the box não será possível criar projectos em /var/www, apenas em /home/yourusername/workspace/. Não vamos alterar isso, vamos simplesmente criar um link simbólico de uma directoria no apache para uma outra no workspace que o eclipse criou para o utilizador.

cd /var/www;
ln -s /home/yourusername/workspace/teste teste

Já está. Agora http://localhost/test aponta com total transparência para /home/yourusername/workspace/teste.

No windows consegue-se um efeito semelhante através das directivas Alias do Apache, apontando certas URLs para os projectos no workspace. Mas isso implica sempre algum trabalho redobrado com determinadas aplicações PHP, nomeadamente quando envolvem mod_rewrite.

Mais tarde verei se/quais implicações pode ter o symbolic link.

E outras coisas incluindo como configurar o debugger, svn e subclipse e mais além.

como ligar wireless atheros AR5007EG ou AR242 em ubuntu 8.04

Problema:

Acabaste de instalar o Ubuntu 8.04 e ficaste surpeendido porque o wireless não funciona. Vais a “Network Settings” e na lista “Connections” não aparece a opção “Wireless Connections”:

ubuntu-network-settings.jpg

Hum.. se calhar o teu portátil tem wireless Atheros. Provavelmente é um AMD Turion64, mas, mesmo que não seja, penso que o teu problema tem a ver com a placa wireless. Verifica o seguinte… abre uma janela de terminal e escreve:

lspci

Vês esta linha?

Ethernet controller: Atheros Communications Inc.
AR242x 802.11abg Wireless PCI Express
Adapter (rev 01)

Ok, então tens a tal placa (mas pelo que eu li isto também se aplica a AR500 ou AR3435).

Solução:

Podes ir directo à segunda página desta thread ou começar pela primeira e seguir a história as it unfolds para compreender melhor o problema… (engraçado, acabo de reparar que a thread começou apenas ontem e a solução foi postada há menos de 3 horas).

Resumindo: parece que precisas do madwifi instalado, que precisas de um patch para o mesmo, de instalar o ndiswrapper e de instalar os drivers do windows… pois… ui… se não fores um utilizador experiente será difícil juntar todas as peças do puzzle e executar tudo certinho: as versões correctas, pela ordem certa, as configurações certas e etc…

Daqui por dois meses já deves estar à vontade com toda esta história do “make install” “apt-get” e etc… mas para começar convinha estar ligado à net… Felizmente, na página 2 da thread encontras um download (madwifi_patch.tar.bz2) que contém os últimos ficheiros e um script (install.sh) que faz tudo isso de uma só vez:

  • $ tar xjvf madwifi_patch.tar.bz2 // unpack
  • $ chmod +x install.sh // make it executable
  • $ sudo ./install.sh // execute it
  • Ir a System | Administration | Hardware Drivers e desligar o item Atheros Hardware Access Layer (HAL)
  • ubuntu-hardware-drivers.jpg
    desligar só o HAL, se o outro não está “in use”, talvez esteja depois do reboot (eu não reparei)

    • Reboot
    • Connect

    ubuntu-wireless-networks.jpg
    that’s what you get for being a good boy

    Uma pequena reserva

    Já-me foi dito que esta solução não é inteiramente “free” (as in freedom) e se olhares para dentro do patch encontrarás uns quantos copyrights… já para não falar da ironia de querer sair do Windows para ser mesmo Free e teres que instalar um patch que contém o driver windows e um wrapper para o executar no teu Linux côr de pêssego novinho em folha…

    Tinha começado coma quote do Die Hard acerca da facilidade de mudar para o Linux (come to LA baby)… bem… acabemos com uma quote do Crash do Cronenberg:

    Maybe the next time, darling. Maybe the next time.

    UBUNTU

    UPDATE: problema resolvido, a solução está aqui.

    A minha história:

    Ao fim de uma semana de muito trabalho (principalmente php) lá resolvi tirar 1 horita para instalar o UBUNTU e dizer adeus ao WINDOWS para sempre.

    screenshot.jpg

    Muito positivo: instalou-se em 15 minutos, reconheceu (quase) todo o hardware e não tive quaisquer problemas a aceder ao disco do Windows.

    Nem por isso: reconheceu o wireless mas o device não aparece no Network Settings. Logo estou ligado com um cabo ao rooter. Logo estou no escritório onde bate o sol a tarde toda e logo calhar ser um daqueles dias menos fresquinhos.

    UPDATE: de repente, algo me faz lembrar Bruce Willis no primeiro Die Hard… “sure, …come to L.A., … it’s nice and quite,…”. Tal e qual,… sure come to *nux, it’s nice and easy…. Não é que logo no primeiro dia sou confrontado com… “é fácil, basta seguir estes passos, recompilar o madwifi, etc…etc..”… que fixe.

    UPDATE: a saga continua… fiz tudo o que diz aqui (incluindo instalar um wrapper para drivers do windows e o dito driver) mas ainda não consegui ligar… e o que mais me irrita é que agora me aparece uma janela para colocar o nome da rede e a chave…. mas esta janela aparece quando quer e não encontro um icon, um atalho, nada para aceder à dita (já para não falar da detecção de redes)

    UPDATE: Ah! descobri um link para a tal janela de ligação wireless:

    connect.jpg

    infelizmente não liga: colocar o nome da rede e key simplesmente não dá qualquer resultado (5 segundos e volta a aparecer a mesma janela dizendo “a pahssphrase or encryption key is needed to access the network ‘xxxxxxx’)

    ah! e é verdade, o link só aparece se eu tiver o cabo de rede ligado ao rooter, caso contrário o menu muda para:

    no-connect.jpg

    dá para acreditar?

    UPDATE: Ok, solução no início do post.

    Neil Leyton ao vivo na Fábrica do Braço de Prata (16.07.2008)

    É já amanhã, na Fábrica do Braço de Prata em Lisboa, que Neil Leyton se apresenta ao vivo, a solo, acústico.

    neil-leyton-braco-de-prata.jpg

    Neil Leyton

    Luso-Canadiano fundador da etiqueta Fading Ways, parceiro da agência Two Many Idiots de Setúbal e pioneiro (há mais de 10 anos) de tudo o que é alternativa ao licenciamento tradicional em copyright.

    Leyton toca a solo ou com uma das suas várias bandas de back-up: Os Suecos The Ghosts, The Leyton Rifles (com o baixista do Reino Unido Chris Mcdougall (Dave Kusworth, Darrell Bath, White Russians, ex-The Darkness), e outros colegas tais como Rich Jones (ex-Black Halos, ex-Amen, agora na nova banda The Loyalties) e Rich Ragany (ex-Madison Strays). O seus últimos albúns foram The Betrayal of the Self (2006), com os Ghosts, e a mais recente proposta a solo A Reckoning (2008).

    Audio - Electric

    Audio - Acoustic

    Staring - You Tube

    My New Soul - You Tube

    Live in Germany - You Tube

    Two Many Idiots

    A Two Many Idiots é uma agência de música ao vivo formada em Setúbal no Verão de 2008 por Vítor Guerreiro e Neil Leyton. Representa artistas internacionais de rock, música alternativa, singer/songwriters, DJs e outros estilos, de alto nível, a grande maioria com contratos discográficos independentes e carreiras estabelecidas.

    raaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaage

    against the one hour concert

    Archive - Take my Head + Again

    Há fenómenos assim. Eu tenho 3 discos dos Archive e variam entre o mau, vulgar e o razoável. Também já tiveram várias mudanças no line-up e os vocalistas variam entre uma tipa espectacular e um outro muito fraco.

    Dizem que os Archive são de Londres, que tocam trip-hop com muitas guitarras e momentos de post-rock e/ou progressivo. Mas para mim, ficarão sempre naquela lista… a das bandas que fizeram mais do que uma música que me arrepia das unhas dos pés até aos remoinhos do cabelo sempre que a oiço.

    arrepio um

    Na segunda metade dos 90, sempre que um disco que me deixasse a perguntar “rock ou electronica?” ainda tinha um certo factor surpresa… mas passados 10 anos esse efeito está completamente esbatido… e os Archive continuam por aí a fazer bem pior do que o seu ponto de partida.

    Mas eu não faria aqui um post sobre uma banda, música ou video vulgar… o propósito é partilhar aqueles 321654238923 momentos já coleccionados e catalogados de “único” e/ou “especial”.

    Lembro-me de estar na Fnac em 99 a ouvir o “Take My Head” de 1999, na altura em que o ponto de escuta da FNAC era a minha forma preferida de explorar nova música. Estava com o CD na mão, um brilhante trabalho gráfico e fotográfico com aquele poder de nos transmitir uma nostalgia de algo que nem sequer vivemos. Talvez naquele momento eu já estivesse mesmo sentado num qualquer banco à porta de uma estação do London Underground. Ela dizia “make me think, take my head” e foi aí que tudo começou… o insight, a comichão no couro cabeludo, o arrepio.

    arrepio dois


    Archive - Again

    Quanto ao video: não é um AMV, não é um fan-video. É mesmo o video original da música “Again” que teve algum (mínimo) tempo de MTV. Este foi o segundo momento em que os Archive me tiraram do sério, again.

    Se quiserem comparar com a origem dos Archive vejam o video de “Nothing Else” do Album Londinium de 1997, com uma voz feminina muito trip-hop, muito actual para a altura.

    Ironias de uma petição à Voda-iPhone

    Este artigo não é acerca da polémica dos tarifários iPhone em Portugal. Não tenho nada a acrescentar ao que já foi escrito.

    É apenas para atestar novamente a genialidade do sistema Ads by Google. Já o tinha feito antes num antigo blog que mantinha, acerca de street-art/graffiti, onde o anunciante com lugar cativo era uma empresa de limpezas e remoção de graffiti.


    We the people - petição à vodafone sobre alteração do tráfego

    A petição propriamente dita nem li. Aliás a simples noção de petição a um operador é no mínimo… err… estranha? Além do mais já li demasiadas coisas acerca do assunto e o veredicto é simplesmente f*it, f*iphone, f*em, f*3g. E claro f*pt.

    Mas fiquei cativado pelo anúncio. E para lá da pertinência, a indecisão no que toca ao tratamento dado ao consumidor é bestial:

    GANHA UM IPHONE [espere, desculpe, ãh.. perdão] Clique aqui.

    Sobre a polémica propriamente dita.

    Só tenho a dizer uma coisa:

    É a nata, estúpido

    Bons posts acerca dos tarifários iPhone (e não só) da Vodafone (e não só). Leiam que vale a pena.

    Mesmo assim, a reacção ao infame programa Aqui e Agora da Sic foi bem mais vigorosa. Ainda bem.







    Close
    E-mail It
    ok