PHP: milhões de utilizadores, centenas de ambientes, 1 IDE semi-oficial.
Perspectivas sobre o PHP são tantas como os developers: cada um de nós tem um portfolio diferente de experiências com outras linguagens, cada um de nós estabelece relações com a linguagem, consoante as rotinas diárias adquiridas, os tipos de projectos, os workflows, e até mesmo as ferramentas utilizadas.
Além do mais, a linguagem é evolutiva e todos podemos sonhar… Eu me atenho a uma linguagem, mas apenas enquanto estou a trabalhar com ela. Hum… e maior parte do tempo estou! Há um trabalho de design que até pode ser feito a papel e caneta, ou whiteboard, mas depois vem o trabalho de testar/programar, passado no IDE.
Sim o IDE é o nosso amigo fiel, e a linguagem essa paixão a quem tudo perdoamos. E passamos imenso tempo juntos. E não é de férias numa ilha. Não, é mesmo a trabalhar e à procura de resultados.
Já para não falar de que muitas vezes uso o próprio IDE como ferramenta de design… e aí passo todo o clico de vida do projecto a trabalhar com ele (IDE) e ela (linguagem)… à procura dos nomes dos membros… o que pode ser um pesadelo quando estás a escrever unit cases ou fazer refactoring… e não és o kung-master-fu-jedi-god-freekin-father do editor de texto.
Eu acho que um bom casamento ele/ela dá qualidade de vida e faz crescer. Para mim é indispensável para um trabalho produtivo, … como eu concebo, claro.
Para essa integração, contribui tanto o IDE que entrega funcionalides ao developer, como a linguagem que as define. Como o artesão que em cima disso os interpreta.
Nota: o meu IDE de eleição é o Eclipse PDT.



Concordo plenamente quando falas da importância do IDE. Ultimamente, a propósito da (ainda) falta de IDE’s poderosos para as linguagens trendy (python, ruby, scala…), tenho ouvido muitas vezes o argumento: “se a linguagem fôr suficientemente expressiva, não são precisos IDE’s”. Pois eu acho que quem diz/escreve isto, não experimentou a potência dos IDE’s state of the art (os de java aqui lideram - Intellij, Eclipse, Netbeans…). Claro que quanto mais expressiva fôr a linguagem, mais fácil é programar mas isso não quer dizer que se dispense o IDE, e nesse caso ainda mais fácil se tornará. Funcionalidades como refactoring, debug, auto-completion, code inspection ou quick doc são absolutamente essenciais no meu dia-a-dia como programador, e que ninguém me venha com a treta de que com unit tests deixou de precisar de debug!…
yep…
É engraçado que este meu post (que na verdade não passa de meia dúzia de parágrafos rejeitados de outros posts anteriores e futuros) estava na gaveta há uns tempos….
Eu estava a adiar porque andava à procura de um post que tinha lido algures por aí e do comentário que eu lá tinha deixado, a ver se pegava nessa ideia para lhe dar algum seguimento, iniciar um diálogo.
Não encontrei o tal blog e acabei por publicar assim mesmo, ao jeito de ramblings ou musings…
E não é que a primeira pessoa a comentar é exactamente o autor desse blog?
Um obrigado ao Alves, o Inóspito, e às suas perspectivas inspiradoras.
Depois de usar o eclipse durante algum tempo, comecei a achá-lo lento.. a cada vez que o abria demorava um bom bocado até conseguir começar a trabalhar, ao gravar a mesma coisa e acontecia o mesmo em pc e mac, de tal modo que comecei à procura de alternativas. encontrei o coda (só para mac) e durante uns tempos foi óptimo - interface muito clean, simples integração ftp, rápido - mas comecei a sentir falta do debug (e de vez em quando o ftp marava).. e então decidi experimentar o vim .. inicialmente foi dificil . mas depois de aprender alguns shortcuts e instalar alguns snippets (autcomplete, project explorer, functions list, debug) não voltei atrás até hoje e já lá vão uns seis meses
a simplicidade da interface (uso a versão macvim mais bonitinha que o vim) e a rapidez acabam por me ajudar a ser mais produtiva.
claro que de vez em quando sinto falta de um debug/profiler mais poderoso - nessas alturas abro ou o eclipse pdt ou o zend eclipse. o resto do tempo prefiro uma interface mais limpinha e mais rápida.
just my two cents
já ouvi falar desses sintomas do Eclipse lento… mas eu nunca senti! que sorte a minha, nem sei o que faria se isso me acontecesse.
Mas talvez o meu Eclipse esteja apenas a retribuir o tratamento respeitoso que lhe dou:
1) a instalação c:\eclipsephp é só para PHP
2) não instalo plugins sem antes terem passado pelo c:\eclipsetest
3) uso vários workspaces para manter no máximo 10 projectos em cada
P.S.: se o meu Eclipse morresse talvez eu me tornasse finalmente num homenzinho e instalasse o vim, .. ou algo do género, tipo para programadores de barba rija… hehe, né sofia?
ah lol, por essa lógica és um menino !
não acho que o trate mal.. o meu portátil pc é que já está velhinho mas no mac não tem essa desculpa! - em mac acabadinho de instalar acontece o mesmo.