É por estas razões que, por vezes, o futebol parece um desporto de amadores. Afinal as regras existem ou não existem? São ou não são para cumprir? Confirmei hoje de manhã com um ex-jogador da 1ª liga: o “lançamento de linha lateral” é para ser marcado com os dois pés no chão.
Como é possível que Binya o faça em Portugal, na Champions e na CAN e que nunca lhe seja assinalada a infração?
Isto é só um desabafo, vindo de um benfiquista que não gosta de ganhar pelas razões erradas. Ontem o Benfica jogou outra vez miseravelmente. Sem Rui Costa, Nuno Gomes, Nelson, Petit e Di Maria (e com Camacho) não era de esperar outra coisa.
Quando visto em câmara lenta, verifica-se que o lançamento é irregular. Em câmara lenta e à lupa: o pé direito de Binya descola da relva antes da bola sair das suas mãos. Já a saída do guarda-redes é totalmente absurda e o charuto do Rodriguez é absolutamente prodigioso. Submarino ao fundo.
Quanto ao Rui Costa (o àrbitro) é a primeira vez que oiço falar dele. Bem podia ser a última. Miserável, miserável, miserável. Marcou 20 faltas que não existiram e incentivou os jogadores a fazerem teatro. Depois trocou-lhes as voltas e marcou 10 faltas ao contrário. Os assistentes estiveram mal em 3 foras de jogos e meia dúzia de lançamentos mal atribuídos.
Quanto à pretensa falta do Luís Filipe, tão protestada pela Naval, meus amigos, sejam objectivos. Apesar da total irresponsabilidade e falta de jeito do defesa do Benfica, não há qualquer contacto entre os dois. Vejam bem, em câmara lenta e à lupa que é para mantermos o critério.



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